O escritório

Quem está de dentro entende o negócio.

O contador entende. O gerente do banco entende. O filho que trabalha na fazenda desde os quinze entende. Quem convive com a operação sabe por que existem cinco empresas, por que aquele contrato ficou naquele CNPJ e por que a decisão sempre passa por uma pessoa só.

O problema aparece quando chega alguém de fora. Um fundo, um sócio novo, um comprador, um juiz. Essa pessoa não conviveu, não vai perguntar duas vezes e não tem por que confiar. Vai olhar a estrutura e decidir a partir do que a estrutura diz.

É nisso que o Conte e Lima trabalha. Conhecemos os dois setores por dentro o suficiente para entender por que a estrutura ficou do jeito que ficou, e o trabalho é deixar o negócio explicável para quem não estava lá.

Como trabalhamos

O trabalho tem três movimentos.

01.

Organizar o que já existe.

Antes de propor qualquer instrumento, entender por que a estrutura ficou do jeito que ficou. O desenho não está errado, ele envelheceu junto com o negócio.

02.

Nomear o instrumento adequado.

Acordo de sócios, holding, ações preferenciais, escritura, contrato de investimento. O certo é o modelo que condiz com o seu negócio, não o que está na moda.

03.

Escrever a regra antes de ela fazer falta.

O que não está escrito costuma custar caro justamente no dia em que alguém de fora pergunta.